21 de maio de 2007

A carta que nunca chega

Hoje eu desejei escrever um recado para mim mesmo. E bem, é o que eu fiz. Me escrevi. Se fosse há quinze anos atrás eu teria escrito uma carta e destinado a mim mesmo. Viva a modernidade. O que essa carta conteria? Nada... Nenhuma palavra. Só alguns dos meus pensamentos que nem eu mesmo conseguiria decifrar, impressos no papel de forma invisível.
“Tinta preta no papel é poesia tatuada.
Branco no papel é poesia e mais nada.”.

Um grande abraço para mim.

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