24 de maio de 2007

Estrelas, e seu confinamento clássico.


Sim, dentro da minha cabeça tem uma estrela. Meu pensamento é a própria teoria do caos, quase que o retrato de Dorian Grey... Se arrumarem meu quarto mental eu vou assustadoramente me tornar ordinário. Notável como o homem invisível.

Você conhece o efeito da Coca-cola sobre mim? É exatamente o mesmo da poção do Mr. Hide and Dr. Jekell. O adorável pseudo-intelectualizado garoto de óculos transformado no famigerado menino-bomba do terror árabe.

Não poderia progredir em apologias aos clássicos no renascentismo sem falar do meu dom para encontrar o Dracula ou meus conhecimentos avançados sobre os labirintos que nos levam a toca dos Trolls. Nunca sem falar dos amores perversos de Mary Shelley, ou o corvo... O querido corvo. Esse sim é o que mais me identifico. Observe que isso quase foi uma fuga do assunto dos amores de Mary, uma forma ‘francesa’ para eu não me tornar um Frankstain.

Apesar de fugir as classificações ocidentais nesse momento, mas nunca deixando de lado o sangue que dizem que tenho, falo sem titubear, do clássico do poder, e dom, da palavra. Minhas Mil e uma noites. Por que não mil? Já não seria um numero grande o suficiente? Porque não ‘Todas as noites’? Já que se queria mais que muito. Simples... Mas só lhe conto, e bem contado como só Sherazade me ensinou, um pouquinho de cada vez.

[Ao som de: "Here With Me", Dido.]

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