(Do momento “Deboches dos rapazes de vinte”.)
Olha o curto caso que conto. Um rapaz depois de muito conversar com os amigos pega o celular e liga, apreçado, para a namorada.
— Alô, Luiza!? Me escuta, olha...
(...)
— Luiza...
(...)
— Você acha que eu sou submisso? Que isso... Luiza...
(...)
—É!? E por que eu não posso ser doido? Ser o diferente? Não combinar com que o mundo quer?
(...)
(...)
(...)
— Não Luiza... Eu não to terminando com você...
(...)
(...)
(...)
(...)
— Luiza, me escuta! Eu não to terminando!
(...)
(...)
(...)
(...)
(...)
— Não, não é isso que eu quis dizer, Luiza, não é nada disso, era só que...
(...)
(...)
(...)
(...)
(...)
(...)
— Luiza! Vai tomar no cu!
Desliga.
Olha o curto caso que conto. Um rapaz depois de muito conversar com os amigos pega o celular e liga, apreçado, para a namorada.
— Alô, Luiza!? Me escuta, olha...
(...)
— Luiza...
(...)
— Você acha que eu sou submisso? Que isso... Luiza...
(...)
—É!? E por que eu não posso ser doido? Ser o diferente? Não combinar com que o mundo quer?
(...)
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— Não Luiza... Eu não to terminando com você...
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— Luiza, me escuta! Eu não to terminando!
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— Não, não é isso que eu quis dizer, Luiza, não é nada disso, era só que...
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— Luiza! Vai tomar no cu!
Desliga.
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