Atenção leitor, lá vou eu destrinchar palavras em alegorias para criticar de forma nada amena a idéia da guerra dos sexos. Então, tenha-se como avisado que, se é uma das pessoas sensíveis demais, não deve ler essa crônica.
Nós fomos criados ouvindo belas (?) fábulas sobre as princesas e demais donzelas do faz de conta. Todas suas virtudes e ingenuidades. Pensando na controvérsia, pois dizem por ai que esses contos de fadas em sua maioria nasceram de contos eróticos de uma época primitiva nos recursos de expressar a luxúria, percebemos que não ‘era uma vez’, e sim ‘foram muitas vezes’ que tentaram dar a virtude a mulher. E perceba que essa virtude feminina provavelmente foi a maior das invenções do homem.
Claro, estou partindo de um ponto ‘machista’ de observação. Faço-o pela sensação que essas criaturas, as mulheres, que fazem-se de santas e puras já nasceram com erotismo cravado na carne. Talvez a fábula de Adão e Eva seja tão aceita como fato devido a seu realismo nesse ponto. A mulher tem tanto ciúmes de tudo que inveja até a desgraça alheia. Perceba que aquelas que se visualizam princesas querem mesmo é se entregar a futilidade e a idiotice plena, que não pretendem trabalhar (pois note que nas fábulas o trabalho da mulher é um terrível castigo imposto por suas contrapartes malignas) e que vão se casar com o primeiro homem, seja impotente (pois os contos de fadas não tem filhos), gay ou cheiro de cebola. Mas as mulheres dizem querer algo no mínimo próximo a isso, a sociedade vem há anos dizendo-lhes que é fofo serem bobas.
Os homens por sua vez foram tantas vezes, e tenho convicção que não viveram felizes para sempre, atrelados a cavalheiros de fina educação. O que a vivencia contemporânea mostra ser uma raça quase que odiada pelas mulheres, que gostam ou do canalha bom de cama ou do abobalhado cheio da grana. O homem e a mulher, os reais dos contos de fatos, casam-se simplesmente porque cada um não sabe exatamente o que fazer com si mesmo e espera instruções do outro. As mulheres tentando fazer com que seus maridos mudem e os homens torcendo para que suas mulheres não mudem. Os homens não mudam nunca, só pioram, ficam cada vez mais dedicados a suas manias incomodas. As mulheres mudam muito, mudam o corpo desejado, mudam o carinho despendido para conquistar depois que já os têm e mudam de sugestivas para autoritárias. E assim vão sendo criadas as crianças que terão esses dois exemplos para continuarem com a corrente.
Guerreando por essa compreensão obtusa dos princípios naturais dos sexos, dentro do realismo dos dias corridos, vemos que essa simulação da virtude sexual, é pré-requisito para os grandes negócios e a comercialização de sua situação terrena em troca da eternidade. As grandes corporações seduzem os comuns com suas virtudes de papel para angariar de seus bolsos as moedas nada virtuosa que conseguem de forma inescrupulosa, o homem lutando com unhas e dentes por temer não ser considerado homem o suficiente e a mulher lutando igualmente para ninguém dizer-lhe que não é nada além de mulher.
Outra boa reinvenção da época das parábolas é que agora, os vilões e vilãs não existem mais, e vale lembrar a curiosidade que em quase todos os contos o inimigo dos homens é um homem e o das mulheres uma mulher. Hoje deve-se ter muito cuidado ao definir alguém como malvado, ou você pode ser pego pelos “bonzinhos” guardiões das leis, da moral e do bom costume e trancafiado em uma sala não muito grande junto com mais vinte ou trinta caluniosos como você, uns até que cometeram o deslize de se equivocar de forma homicida sobre a índole do outro individuo. Mas se a inimizade for entre os sexos, a vítima ou o autor deixam de ser bonzinhos, malvados ou distraídos, é o ato que passa a ter características, a de ‘por amor’ e então tudo é passional em uma bela historinha do presente. Os clichês também são reaproveitados e adaptados, nessa busca por motivos para se declarar a oposição entre os sexos, as esposas mais ‘moderninhas’ acabam por definir que depois de alguns anos de casamento a única coisa em comum que vale a pena manter com seus maridos é a infidelidade. Nos contos de fadas existia uma herança grega do teatro claro sobre o bem e o mal, agora estamos mais acostumados com os ‘reality shows’ onde o público vota para decidir sobre a moral alheia e ainda concorre a vários prêmios.
A intuição feminina, que diz que elas sempre estão certas,seja isso fato ou não, é a arma contra a experimentação dos homens, e essas duas coisas vão se engalfinhando durante gerações para definir o vencedor dessa guerra, onde no final o prêmio é acesso irrestrito ao perdedor.
No fim das contas penso que o melhor a fazer agora é começar a escrever algumas fábulas onde os personagens não tem sexo, podem ser ‘os cachorrinhos’ ou ‘os moradores da reino encantado’ ou melhor ainda, empolgar-me com a solução natural que a natureza inventou para livrar-se do excesso de seres humanos sobre a terra e me resumir a contar contos sobre homossexuais. E viva a nova era do terceiro sexo, da terceira guerra.
Nós fomos criados ouvindo belas (?) fábulas sobre as princesas e demais donzelas do faz de conta. Todas suas virtudes e ingenuidades. Pensando na controvérsia, pois dizem por ai que esses contos de fadas em sua maioria nasceram de contos eróticos de uma época primitiva nos recursos de expressar a luxúria, percebemos que não ‘era uma vez’, e sim ‘foram muitas vezes’ que tentaram dar a virtude a mulher. E perceba que essa virtude feminina provavelmente foi a maior das invenções do homem.
Claro, estou partindo de um ponto ‘machista’ de observação. Faço-o pela sensação que essas criaturas, as mulheres, que fazem-se de santas e puras já nasceram com erotismo cravado na carne. Talvez a fábula de Adão e Eva seja tão aceita como fato devido a seu realismo nesse ponto. A mulher tem tanto ciúmes de tudo que inveja até a desgraça alheia. Perceba que aquelas que se visualizam princesas querem mesmo é se entregar a futilidade e a idiotice plena, que não pretendem trabalhar (pois note que nas fábulas o trabalho da mulher é um terrível castigo imposto por suas contrapartes malignas) e que vão se casar com o primeiro homem, seja impotente (pois os contos de fadas não tem filhos), gay ou cheiro de cebola. Mas as mulheres dizem querer algo no mínimo próximo a isso, a sociedade vem há anos dizendo-lhes que é fofo serem bobas.
Os homens por sua vez foram tantas vezes, e tenho convicção que não viveram felizes para sempre, atrelados a cavalheiros de fina educação. O que a vivencia contemporânea mostra ser uma raça quase que odiada pelas mulheres, que gostam ou do canalha bom de cama ou do abobalhado cheio da grana. O homem e a mulher, os reais dos contos de fatos, casam-se simplesmente porque cada um não sabe exatamente o que fazer com si mesmo e espera instruções do outro. As mulheres tentando fazer com que seus maridos mudem e os homens torcendo para que suas mulheres não mudem. Os homens não mudam nunca, só pioram, ficam cada vez mais dedicados a suas manias incomodas. As mulheres mudam muito, mudam o corpo desejado, mudam o carinho despendido para conquistar depois que já os têm e mudam de sugestivas para autoritárias. E assim vão sendo criadas as crianças que terão esses dois exemplos para continuarem com a corrente.
Guerreando por essa compreensão obtusa dos princípios naturais dos sexos, dentro do realismo dos dias corridos, vemos que essa simulação da virtude sexual, é pré-requisito para os grandes negócios e a comercialização de sua situação terrena em troca da eternidade. As grandes corporações seduzem os comuns com suas virtudes de papel para angariar de seus bolsos as moedas nada virtuosa que conseguem de forma inescrupulosa, o homem lutando com unhas e dentes por temer não ser considerado homem o suficiente e a mulher lutando igualmente para ninguém dizer-lhe que não é nada além de mulher.
Outra boa reinvenção da época das parábolas é que agora, os vilões e vilãs não existem mais, e vale lembrar a curiosidade que em quase todos os contos o inimigo dos homens é um homem e o das mulheres uma mulher. Hoje deve-se ter muito cuidado ao definir alguém como malvado, ou você pode ser pego pelos “bonzinhos” guardiões das leis, da moral e do bom costume e trancafiado em uma sala não muito grande junto com mais vinte ou trinta caluniosos como você, uns até que cometeram o deslize de se equivocar de forma homicida sobre a índole do outro individuo. Mas se a inimizade for entre os sexos, a vítima ou o autor deixam de ser bonzinhos, malvados ou distraídos, é o ato que passa a ter características, a de ‘por amor’ e então tudo é passional em uma bela historinha do presente. Os clichês também são reaproveitados e adaptados, nessa busca por motivos para se declarar a oposição entre os sexos, as esposas mais ‘moderninhas’ acabam por definir que depois de alguns anos de casamento a única coisa em comum que vale a pena manter com seus maridos é a infidelidade. Nos contos de fadas existia uma herança grega do teatro claro sobre o bem e o mal, agora estamos mais acostumados com os ‘reality shows’ onde o público vota para decidir sobre a moral alheia e ainda concorre a vários prêmios.
A intuição feminina, que diz que elas sempre estão certas,seja isso fato ou não, é a arma contra a experimentação dos homens, e essas duas coisas vão se engalfinhando durante gerações para definir o vencedor dessa guerra, onde no final o prêmio é acesso irrestrito ao perdedor.
No fim das contas penso que o melhor a fazer agora é começar a escrever algumas fábulas onde os personagens não tem sexo, podem ser ‘os cachorrinhos’ ou ‘os moradores da reino encantado’ ou melhor ainda, empolgar-me com a solução natural que a natureza inventou para livrar-se do excesso de seres humanos sobre a terra e me resumir a contar contos sobre homossexuais. E viva a nova era do terceiro sexo, da terceira guerra.
Russain é com "R".
ResponderExcluirSem idéias dignas de irem pro blog no momento.
Falta inspirtação...
ou expirações.