13 de março de 2008

Traços e rastros.

Agora é esperar para ganhar meu pacote metafórico de balinhas chita. Mas os canivetes eu deixo para uma outra encarnação, essa é pacifista. Além do mais, se eu tiver um canivete vou pensar que eu sou o MacGyver e posso resolver todos os problemas com as balinhas e um punhado de farelo de pão.

Agora eu fui longe demais com as alusões, vez por outra é melhor pegar leve com a história secreta das palavras ou tudo pode parecer aliteração da realidade. O mundo não se sente bem sendo reinventado. Ele reage. Expulsa o corpo estranho. Chora.

O futuro tá incerto demais, e o presente é bem chato. No passado tem de tudo, a glória e o pecado, a felicidade e o ódio. Tem hora que dá vontade de desmontar todo o bonequinho de lego, e outras vezes a idéia é só passar a brincar com playmobile. Eu deveria ter mais livros. Mais CDS. Menos revistas em quadrinhos. Quem sabe se eu fosse fascinado por futebol como a metade podre da família eu ficaria mais feliz com esses eventos externos.

Eu não desenho mais como antigamente, preciso de novas inspirações.

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