11 de fevereiro de 2009

O fim de algo

Boa noite leitores imaginarios,

Este manifesto tem o intuito de encerrar prematuramente (ou nem tanto) a crônica Imperia.

Por quê? Não é muito simples, e na verdade essa ‘satisfação’ aqui dada é mais para mim mesmo do que para suposto leitores fantasmas. A verdade é que a muito a essência da história se perdeu em um emaranhado enfadonho de cenas isoladas. Apesar de essa ser a possível estratégia de narrativa, a mesma se mostrou deselegante.

Então qual é o ponto? Qual o fim da história? Não a concluirei. Percebo agora que a Imperia foi meu maior laboratório literário. Muito aprendi nela sobre contar uma história, mais com os erros, é verdade, mas o suficiente para interromper esse laboratório e iniciar um novo, agora dentro de uma proposta linear.

Outro fato importante é que diversos fatores aleatoriamente disparados dentro da Imperia, por pura pressa da minha parte em apresentar todas as idéias que me vem de uma vez só, serão reformulados e inseridos na nova crônica. Logo, alguns personagens, lugares e acontecimentos serão vistos novamente no ‘Pacto da Aurora’.

P.s.: Esse é um nome provisório.

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