16 de abril de 2010

Liberdade, dá última folha do caderno.

A dúvida inevitável sobre a liberdade não é sobre o que ela é. Dificilmente essa poderia ser a dúvida. Liberdade não é mensurável, não é descrita e nem explicada. Liberdade é sentida, vivida ou momentaneamente imaginada.

A pergunta comum é: “Sou livre?”.

E é ai que tudo se complica. Uma pergunta irmã pode se formar na linha filosofal de tudo isso. Ser e estar, sinônimos ou antônimos? Sou livre ou estou livre? Característica ou estado? Nós podemos definir, mesmo que em escala individual, a abrangência e o limite da divisão entre o liberto e o enclausurado?

Liberdade é o estado (condição?) natural do ser ou a ausência de toda e qualquer forma de limitação ou prisão? O que se faz para aumentar a liberdade? Ou diminuir as limitações?

Você se sente livre?

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